quinta-feira, 3 de julho de 2008

Caso Isabela é copiado.

Mãe joga bebê de oito meses do sexto andar

Enfermeira jogou a filha de um prédio. Caso remete ao assassinato de Isabella, onde o pai e a madrasta são suspeitosCuritiba. A enfermeira Tatiane Damiane, de 41 anos, reeditou o caso da menina Isabella e atirou sua filha de apenas oito meses de idade, Mariana Damiane Teixeira, do sexto andar do prédio onde mora. O crime ocorreu na noite de segunda-feira, quando moradores acionaram a polícia após ouvir um estrondo no telhado da garagem. Ao chegar ao prédio, situado no centro de Curitiba, os policiais encontraram o bebê, que caiu de uma altura de 20 metros e morreu na hora.De acordo com o Corpo de Bombeiros, Tatiane ameaçava se suicidar, mas resolveu atirar a filha primeiro e alegou que não teve coragem de se matar em seguida. Ela foi presa em flagrante por homicídio culposo (com intenção de matar). Durante a prisão, houve tumulto quando populares tentaram linchá-la, mas foram impedidos por policiais. Com gritos de ´assassina´, Tatiane foi levada à delegacia, onde prestou depoimento. ´Não me matei porque sou covarde, incompetente. Tentei me matar também, mas não consegui. Eu planejava se ia jogar ela primeiro ou iria me jogar´, confessou ela com olhar fixo e parado.A delegada responsável pelo caso, Eunice Vieira Bonome, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), informou que Tatiane não apresentava nenhum sinal de arrependimento e repetia que precisava se livrar do ´pacote´, referindo-se à filha. ´Sempre fui incompetente para cuidar dela. Fiz isso para me livrar, de ter que cuidar dela. Acho que sou esquizofrênica, não me apego mais às pessoas. Não me arrependo do que fiz´, disse a mulher.Tatiane é auxiliar de enfermagem no Hospital de Clínicas, morava sozinha e era separada e em nenhum momento demonstrou remorso. Ela disse que já planejava o crime desde que o bebê nasceu: ´Não preciso mais cuidar dela, dar banho, limpar fraldas, ter que alimentar´, afirmou ela, dizendo-se muito aliviada.A avó da criança, Raquel Damiane, que mora no Rio Grande do Sul, ficou chocada com a morte da neta e disse que a filha sofre de problemas mentais. ´Ela tem transtorno bipolar, mas estava sempre em tratamento. Não sei se ela parou de tomar o remédio´.A mãe defendeu a filha, afirmando que nunca houve mal-tratos: ´Fiquei chocada. Liguei sábado e ela disse que saiu com a Mariana, mas não foi muito longe porque podia ficar desorientada e se perder´, disse.O pai da criança, que via a criança esporadicamente, chegou abalado à delegacia e prestou depoimento. Ele disse que não viu nada de anormal na ex-mulher, principalmente porque tinham uma convivência considerada pacífica mesmo depois de estarem separados.Na transferência para a prisão, as detentas ameaçavam fazer justiça com as próprias mãos, mas, por ter diploma de ensino superior e por questões de segurança, Tatiane vai ficar em cela isolada.
Retirado do site: Diario do nosdeste

Virou moda agora atirar crianças das janelas dos prédios?
E como uma mãe, até mesmo como ser humano se refere a uma criança como pacote?
Se não tinha como criar porque não entregou o bebe pra adoção?
Foi corajosa pra jogar a criança mas covarde na hora de se jogar. Pelo visto os problemas psicologicos não afetaram o racíocinio calculista dela.
O que me resta é somente a revolta.

2 comentários:

Isaac Roxetin disse...

Dinheiro ninguém joga fora, mas criança...

Giuliane disse...

Pois é, os valores estão se invertendo...